Construtores vão à Camara e vereadores assumem denúncia contra Cartório do 2º Ofício

24 de setembro de 2019 at 06:47 Deixe um comentário

Vereador Helio

O Vereador Hélio (Hélio Gonçalves Coelho Filho –PC do B), foi à tribuna e comunicou ter sido procurado por “construtores, despachantes e corretores imobiliários”, que se queixam do Cartório de Registro de Imóveis do 2º Ofício, que tem por norma inventar dificuldades, burocratizar e emperrar a liberação de documentos para o registro e regularização de financiamentos de imóveis.

Citou, como exemplo a averbação, “que tem um protocolo de 30 dias e se não for resolvido dentro dos 30 dias, se gera mais outro protocolo que pode chegar até 75 dias” e esta prática de chegar ao término do prazo inicial, questionar a ausência de um documento e renovar por mais 30, “tornou-se usual e costumeira no Cartório do 2º Ofício”.

Para mostrar o quando de prejuízo ao desenvolvimento da cidade e aos construtores, despachantes e corretores, a prática de emperrar e  dificultar do 2º Ofício  é danosa, o Vereador Hélio mostrou um demonstrativo dos financiamentos concedidos durante o ano de 2019, nas faixas 2 e 3, com recursos oriundos do FGTS: “Em Juazeiro, que tem duas agências da Caixa,  foram financiados 138 imóveis, no valor de 19.608.884,00 Reais e em Petrolina, no mesmo período, sem um cartório que complique e impeça o bom andamento das negociações, foram financiados 718 imóveis, com um valor de 75.048.144,00” e arrematou, com indignação: “!9 milhões e 75 milhões! São 56 milhões de diferença! Vejam quanto Juazeiro perdeu! ”

Aparteado pelo Vereador Anderson da Iluminação (Anderson Alves da Cruz –  PP), Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, sugerindo a convocação da Tabeliã Responsável para explicar as razões pelas quais dificulta e burocratiza ainda mais a liberação dos documentos.

Para Hélio os prejuízos não se estacam nos construtores, despachantes e corretores: “quantos pedreiros, comerciantes de material de construção, quantos pais de família deixam de trabalhar porque o cartório ao final de 30 dias faz uma nota devolutiva e depois mais outra e mais outra, chegando a 75 dias para a liberação, quando, com os mesmos cuidados e dentro da lei poderia liberar em cinco, seis dias”.

Além da desnecessária burocracia o vereador estranha o fato “de um cartório que fatura tanto, só ter estagiários, que não dão conta do trabalho e fechar todos os dias às 14 horas”.

Hélio foi aparteado pelos vereadores Anderson da Iluminação, Charles Leal, José Ilton, Florêncio e Reinaldo Sabino

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