CASO BEATRIZ: CRIME CAMINHA PARA O QUARTO ANO SEM SOLUÇÃO; PAIS DE BEATRIZ COBRAM FEDERALIZAÇÃO DAS INVESTIGAÇÕES

10 de setembro de 2019 at 15:00 Deixe um comentário

Sandro Romilton e Lúcia Motta já solicitaram que sejam federalizadas as investigações dos assassinatos da filha Beatriz Angelica Mota, na noite do dia 15 de dezembro de 2015. O assasinato de Beatriz está na iminência do caso completar 4 anos sem que tenham sido identificados os mandantes do crime.

De acordo com fontes da reportagem deste Blog Geraldo José as autoridades estaduais entre estes, o Governador do Estado de Pernambuco devem concluir a análise sobre a necessidade de federalização das investigações ainda este ano. “Para pedir a federalização é preciso comprovar que houve falha na investigação na esfera competente”, explicou uma das fontes.

Além de não terem identificado o mandante do crime, a Polícia Civil de Pernambuco e Ministério Público de Pernambuco até o momento não dá uma resposta sobre os envolvidos nas investigações.

O crime segue sem solução e tampouco há uma linha de investigação do caso. De acordo com a Polícia Civil de Pernambuco, a delegada Polyana Neri está exclusivamente à frente das investigações do ‘Caso Beatriz’. O inquérito conta atualmente com 19 volumes e mais de 4 mil páginas e está sob a responsabilidade do Ministério Público de Pernambuco (MPPE).

Em 2016 este Blog com exclusividade solicitou avaliação através de entrevista com George Sanguinetti um dos mais renomados médicos legistas do País, assediado pelos principais advogados criminalistas brasileiros, citou o pensamento de Edmond Locard e aponta: “O tempo que passa é a verdade que foge”.

Sanguinete declarou: Polícia ainda não obteve êxito na investigação.

Mês passado, o chefe da Polícia Civil, Joselito Amaral, explicou que será fornecido tudo que for necessário para que as investigações não sejam interrompidas. “Queremos garantir que nenhum recurso falte nessa investigação. A federalização passa pela própria corporação da Polícia Civil. E a Polícia Civil pode afirmar que não vai perder as esperanças e não vai desistir da investigação”, destacou.

Em dezembro de 2018, foi decretada, pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco, a prisão preventiva de Alisson Henrique de Carvalho Cunha. Ele é ex-funcionário da escola onde o crime aconteceu e é suspeito de ter apagado as imagens da câmera de segurança do colégio para atrapalhar as investigações. Alisson ainda não foi encontrado pela polícia.

Este mês o advogado do acusado conseguiu um Habeas Corpus.

Beatriz Mota, de 7 anos, foi assassinada com 42 facadas, no dia 10 de dezembro de 2015, dentro de uma sala desativada no colégio Auxiliadora em que estudava. A festa de formatura da irmã mais velha da criança era realizada na instituição de ensino e havia várias pessoas no colégio. Em um dado momento, a menina afastou-se dos pais para beber água e não voltou mais. O corpo foi encontrado cerca de 30 minutos depois. O corpo está enterrado em Petrolina.

Quem souber de qualquer informação deve entrar em contato com a polícia através do número (81) 9.8650-1229, que também possui WhatsApp. O sigilo é garantido

Fonte: Geraldo José

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