Manifestou que queria continuar tendo contato com o bebê. Está grávida de oito meses. Queria que pudessem lhe dar ajuda econômica e, por isso, gerou o equívoco. Não estava negociando”, comentou ao canal C5N Valéria Quintana.

O porta-voz da Polícia Missioneira informou ao mesmo canal que a jovem não vai responder criminalmente pela ação e que vem recebendo auxílio. De acordo com o órgão, o ato da adolescente foi interpretado como medo de não poder dar a assistência básica ao filho quando nascesse. “Fez de forma natural. Sua ação não configura crime”, comentou Alejandro Zabala.